terça-feira, 30 de março de 2010

Resenhas: DESCARTES, R. Discurso do método/ WEBER, M. Sociologia/ TRVIÑOS, A. N. S. Introdução à Pesquisa em Ciências Sociais

DESCARTES, R. Discurso do método. São Paulo: Ícone, 2006.
WEBER, M. Sociologia. São Paulo: Ática, 1991.
TRVIÑOS, A. N. S. Introdução à Pesquisa em Ciências Sociais. São Paulo: Atlas, 1980.






DESCARTES, R. Discurso do método. São Paulo: Ícone, 2006.
WEBER, M. Sociologia. São Paulo: Ática, 1991.
TRVIÑOS, A. N. S. Introdução à Pesquisa em Ciências Sociais. São Paulo: Atlas, 1980.

Universidade de Fortaleza - CE
Aluna: Gilmara Elke Dutra Dias
Curso : Mestrado em Administração de Empresas
Turma: XVI - Prof. Dr.Aurio Leocádio

A objetividade do conhecimento nas ciências sociais, no caráter de fenômeno sócio econômico, segundo Weber ( 1991), está condicionado pela orientação do nosso interesse de conhecimento, e essa orientação define-se conforme o significado cultural que atribuímos a cada caso particular.
No marxismo, materialismo dialético e materialismo histórico, segundo Marx (?) considera algumas ideias básicas relacionadas ao pensamento filosófico que compreende três aspectos : o materialismo dialético e histórico, e a economia política.
Na visão fenomenológica o método propõe estabelecer uma base segura que para Marx (?) liberta de proposições, para todas as ciências, não se preocupando com algo desconhecido, visa apenas o dado, ou seja não é dedutivo nem empírico. Consiste em mostrar o dado e em esclarecer.
Nas ideias fenomenológicas de Triviños ( 1990), representa uma tendência dentro do idealismo filosófico, denominado idealismo subjetivo, que teve influencia na filosofia contemporânea próprios do mundo íntimo do ser humano, como: angustia, temor, desesperação. A ideia base é a noção de intencionalidade, dirigida a um objeto, sendo este um estudo das essências, e a todos os problemas, definindo a percepção, consciência e outros. Trata-se de descrever, e não de explicar e nem de analisar.
Nesse aspectos expostos, sobre a objetividade do conhecimento nas ciências sociais, a fenomenologia e o pensamento marxista, considera-se que os pensamentos são caracterizados como fenomenológicos quando o mundo é criado pela consciência, sendo este um processo de conhecimento; E como positivismo quando retificado ao conhecimento, ou seja transformar o mundo objetivo de coisas.
A linguagem utilizada direciona a pessoas que buscam aprofundar o conhecimento sobre uma objetiva ciência social, no qual organiza fatores epistemológicos de fácil compreensão que podem ser chamados em sentido estrito de eventos ou instituições econômicas, acontecimentos da vida religiosa e fenômenos não econômicos , como a orientação pro um determinado gosto. Assim esse complexo das relações humanas, normas e condições, podem ser designadas como um fenômeno econômico.

Gil........ :) :) :)

MORGAN, G. Imagens da Organização. São Paulo: Atlas, 1996 - RESENHAS


MORGAN, G. Imagens da Organização. São Paulo: Atlas, 1996.

Capítulo 2: Organizações vistas como máquinas
Capítulo 3: Organizações vistas como organismos
Capítulo 4: Organizações vistas como cérebros
Universidade de Fortaleza - CE
Aluna: Gilmara Elke Dutra Dias
Curso : Mestrado em Administração de Empresas
Turma: XVI - Prof. Dr. Chico Correia

As organizações vistas como máquinas, apresentam uma metáfora para compreender as organizações através da imagem das máquinas, onde as organizações são planejadas à imagem das máquinas, sendo esperado que os empregados se comportem como máquinas.

Muitos pensadores demonstraram, principalmente após a revolução industrial, onde a utilização das máquinas se tornou mais contundente, que as organizações se adaptaram mais as exigências das máquinas do que as exigências do ser humano, tornando-se cada vez mais parecidas com as próprias máquinas.

Com a Revolução Industrial e a invenção e proliferação das máquinas que os conceitos de organização se tornaram mecanizados. Devido ao uso das máquinas, foi necessária uma adaptação. Diante desta necessidade, surge a tendência da burocratização e rotina operacional.

Com isso, novos procedimentos e técnicas foram também introduzidos para disciplinar os trabalhadores para aceitarem a nova e rigorosa rotina de produção na fábrica. Operavam com uma precisão mecânica, e vida rotinizada, esperando-se depois que a organização operasse de forma rotinizada, eficiente, confiável e previsível. Criando-se uma estrutura que supostamente atingiria os objetivos definidos, com maior eficiência possível.
Chamadas de burocracias, com caracteristicas pela ênfase à precisão, rapidez, clareza, regularidade, confiabilidade e a eficiência, características foram atingidas através de uma grande divisão de tarefas, supervisão hierárquica, regras detalhadas e regulamentos. Nestas organizações, não havia lugar para a acção espontânea nem para a tomada de decisões. Tudo estava pré-estabelecido.
Esse ponto, percebe-se que uma organização na qual os membros se veem e comportam como máquinas é eficaz na medida em que as tarefas que realizam possam ser efetuadas por máquinas, pois a burocracia bloqueia as reações a estímulos não previstos.Além de considerar os membros desumanizados, vulgar, subtituivel, frustado, preso as tentativas de mudar a tarefa, aborrecido pela limitação as regras, inseguro, indiferente, eficente apenas na tarefa realizada.
Nas organizações vistas como organismos e ou seres vivos, a satisfação das necessidades dependem do ambiente. Constituíam sistemas abertos, adaptativos, com ciclos de vida. Os elementos deste sistema e do seu ambiente eram indivíduos, grupos, organizações, populações de organizações e a ecologia social.
Nessa metáfora, a eficácia estar nos grupos quando as necessidades são satisfeitas, os cargos e as relações interpessoais criavam condições de crescimento pessoal que, simultaneamente, ajudavam as organizações a atingirem os seus objectivos. A ênfase maior é a sobrevivência, às relações organização-ambiente e à eficácia organizacional. Assim a ideia de que as organizações se misturam com o seu ambiente, surgiu uma das preocupações da ecologia social: a qualidade do ambiente no qual se inserem as organizações.
Já nessa analise, considero que as pessoas são mais vivas, saudáveis por crescer e desenvolver armonia em seu meio, empenhados aos objetivos dependentes da qualidade do desempenho, corajoso pela oportunidade de procurar melhores relações como o meio e reconhecido por satisfazer as necessidades.
Diferentemente das máquinas e organismos, as organizações vistas como cérebros, são mais flexíveis, resistentes e engenhosas. A ênfase maior estar no processamento de informações, à tomada de decisões e à aprendizagem.
Visto que, se uma parte da organização fosse removida, a organização não perdia as suas características. Fiquei em dúvida sobre isso, será mesmo? Na auto-organização substituiu-se o planeamento hierárquico e os empregados pensam por si próprios e redesenham os processos.
A pré-determinação deu lugar ao feedback, que me faz lembrar de uma disciplina que cursei no primeiro período da minha graduação em 2000.1 na cidade de Mossoró-RN, Teoria geral da administração, quando o professor mensionava a importaâcia de se trabalhar o planejamento, controle, desenvolvimento e ação, baseada em feedback (gostei tanto que acabei apresentando um trabalho no SBPC com esse tema – feedback de pares).
Nesse contexto, analisa-se que os objetivos de uma organização vão surgindo com base nos processos de exploração e compreensão dos valores através dos quais a organização deveria operar. Assim a ação, emerge de qualquer processo de aprendizagem. E por que não trabalhar esse ponto de forma permanente nas organizações? Talvez seja por que algumas organizações não conseguem ver dessa forma.
Entendo então, que o cérebro pode ser vivo e saudável por crescer e desenvolver harmonia ao meio, empenhado aos objetivos pessoais e organizacionais que depende da qualidade do desempenho, corajoso também como os organismos vivos, por buscar melhores relações ao meio, porém inseguro pelas mudanças que podem ser prejudiciais, embora reconhecido e agredecido pelo merito e sucesso de uma determinada ação e ou satisfação das necessidades, e por fim sábio pela constante aprendizagem.




MORGAN, G. Imagens da Organização. São Paulo: Atlas, 1996.

Capítulo 5: Organizações vistas como culturas
Capítulo 6: Organizações vistas como sistemas políticos
Capítulo 7: Organizações vistas como prisões psíquicas
Universidade de Fortaleza - CE
Aluna: Gilmara Elke Dutra Dias
Curso: Mestrado em Administração de Empresas
Turma: XVI - Prof. Dr. Chico Correia
As metáforas usadas para organizações vistas como culturais, variam de acordo com o estágio de desenvolvimento da sociedade. As diferenças entre as culturas de diferentes sociedades explicavam as variações entre as organizações, dessa forma os padrões de cultura corporativa e subcultura são criados e mantidos, sendo as organizações entidades socialmente construídas.
Desse modo, os indivíduos nas organizações seguiam rotinas, rituais e crenças, socialmente construídas pelos membros. A mudança organizacional partia de uma mudança ao nível dos valores, normas e atitudes, ou seja quando o comportamento de alguém quebrava os costumes, era visto como suspeito e causava o caos.
Nessa analise, entende-se que dentro de cada organização existiam diferentes subculturas, construídas pelos diferentes grupos que nela conviviam, e diferentes padrões de compreensão dos fenómenos, ações, objetos, expressões e situações na organização.
Como isso, as pessoas podem aceitar e se dedicar, devido a realização de tarefas em grupo e pelo mesmo fim, além da posibilidade de espirito de equipe, no entanto o desvio das relações podem ser vistas como elemento radical, porem a motivação em participar da construção de um cultura tende a ser positiva.
Na analise das organizações vistas como sistemas políticos, a ênfase são os interesses, conflitos e poder. Cada indivíduo na organização age com o intuito de melhor satisfazer os seus interesses, de vencer os conflitos nos quais estava envolvido e de aumentar a sua influência sobre os acontecimentos.
Nesse aspecto, os interesses divergentes da origem, surgindo conflitos visíveis e invisíveis, resolvidos através de vários tipos de jogos de poder, ou seja a base são os interesses, a começar pela definição dos objectivos da organização.
Assim, os conflitos ganham força de mudança, que podem ser administrado de acordo com os quadros de referência, estilos e situações em que se situavam os diferentes actores. Considero esse um sistema que favorecer empenho satisfação de interesse, e que pode conciliar os interesses dos grupos e incentivar mudanças proveitosas e equilibradoras, no entanto as relações de confiança podem ser limitadas pelo permanente interesse individual, embora assertivo em alguns momentos por tentar trazer conflitos e interesses a superficie e desafiador, e de necessaria compreensão aos interesses divergentes.
As organizações como prisões psíquicas, apresentavam uma existência e poder próprios que lhes permitiam controlar os envolvidos, os processos e sentimentos inconscientes determinam as ações, tornando inconsiente as ações e comportamentos, onde cada membro da organização racionalizava os fenómenos de forma a que estes lhe aparecessem de uma forma que não colidia com os seus inconscientes.
Nesse analise, os indivíduos saem da prissão e voltam com novos significados, sendo este atacado por outros rotulos de perigo, onde todos os fenómenos deviam ser explicados racionalmente a partir dos valores expressos, da realidade compartilhada.
Considero essa tipo de organização, confusa por duvidar de todos os pensamentos, perante uma perspectiva de manipulação, sem auto-dominio na procura de harmonia interior e racional ao agir como uma prisão psíquica.

sexta-feira, 26 de março de 2010

The Corporation (A Corporação) - Parte 1 de 2 (Legendado - Portuguese Subtitles)



Esse é certamente um dos melhores documentários já produzidos. De excelente qualidade, ele expõe do começo ao fim a verdadeira face das corporações.
Ao lado de grandes outros filmes/documentários como "Super Size Me - A Dieta do Palhaço", "Tiros em Columbine", "Fahrenheit 9/11", Earthlings (Terráqueos), V de Vingança, "A Ilha", "Resident Evil" (só para citar alguns), ele se supera a cada momento e, como diria George Orwell, ele diz e mostra a verdade em um tempo de Farsas Universais, portanto é REVOLUCIONÁRIO!!!!!!!!!
E além de tudo isso ele é duplo, recheado de extras e a edição brasileira é de excelente qualidade em todos os aspectos. A narradora deste documentário é um espetáculo à parte e merece uma menção mais do que especial:
O filme descreve o surgimento das grandes corporações como pessoas jurídicas, e discute, do ponto de vista psicológico que, sendo pessoas, que tipo de pessoas elas seriam.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Resenha: MINTZBERG, H.; QUINN J.B. O. Processo da Estratégia. Porto Alegre: Bookman, 2001


MINTZBERG, H.; QUINN J.B. O. Processo da Estratégia. Porto Alegre: Bookman, 2001

Os vários conceitos para esclarecer a complexidade do mundo organizacional, (Mintzberg, Quinn e Ghoshal, 2001), reúnem diversos autores com o objetivo de reforçar estas variedades. As principais são: estratégia, formulação, análise, formação, mudança, forças, conhecimento, organização, tecnologia, colaboração, globalização, valores; contextos, administrando: empresas, maturidade, especialistas, inovação, diversidade, outras situações e casos.

Nessa variedade, as “análises das estratégias”, são influenciadas pela força competitiva, contendoras, ameaça de entrada sobre as condições de mutação, fornecedores e compradores poderosos como uma ação estratégica, posicionamento, influencia e mudanças do setor. Posteriormente, as estratégicas genéricas, que para Porter (1980), são: liderança em custo, diferenciação, e foco, paralelas a localização, distinção, essência do negócio, entendimento e reconfigurações. No estágio das operações, as estratégias podem ser ascendentes, média e descendente. Na indústria, as mudanças fazem com que as fronteiras sejam arbitraria.

Nas áreas funcionais da organização, as estratégias são direcionadas a analise de toda uma cadeia de valor, desempenhadas de forma distinta pelas atividades físicas e tecnológicas, considerando a essência do negócio, as estratégias genéricas de Porter (1985), bem como a diferenciação, que analisa preço, imagem, qualidade, design e a não diferenciação. Nas estratégias de escopo, são analisadas a não-segmentação e a segmentação, os nichos, as personalidades, essência do negócio, penetração, desenvolvimento do mercado, expansão geográfica e desenvolvimento do produto, que podem ser guiadas pelas estratégias de competências, recursos, ativos não visíveis, vantagem compartilhada, experiência, aprendizado, integrações, fusões, aquisições, por influencia dos produtos e serviços, e mercado alvo.

Ainda referente às analises de estratégias, a indústria e grupo têm o papel de desmembrar as indústrias que os economistas identificam, sendo ela um panorama de mercados associados, isolados dos demais por bloqueio terreno, através de barreiras de entrada, grupos estratégicos, barreiras a imobilidade.

Por fim, a estratégia de contestabilidade, com ênfase na estrutura militar, posiciona-se em novos mercados para manter as rivais à distância, porém os que ficam em segundo lugar aparecem e procuram uma fatia de mercado e lançam mão de varias estratégias do tipo militar.

Diante do exposto, entende-se que as analises de estratégias, são caracterizadas por várias linhas de pensamentos, de vários autores diferentes, direcionado em um contexto lingüístico para organizações, gestores, consultores e academia. Apresentados de forma organizada e de fácil compreensão, considerado leitura essencial para qualquer um que queira fazer parte do processo de tomada de decisões dentro de sua organização. Ele sugere também um novo programa de ensino, mirando em gerentes com prática e enfatizando que lições práticas podem ser muito mais apropriadas.

Universidade de Fortaleza - CE
Aluna: Gilmara Elke Dutra Dias
Curso: Mestrado em Administração de Empresas - Área: Estratégia Empresarial
Turma: XVI - 1º período
Prof. Dr. Sérgio Forte

sábado, 20 de março de 2010

Discurso do Método / Curso de Filosofia Positiva/ Introdução à Pesquisa em Ciências Sociais

1-DESCARTES, R. Discurso do método. São Paulo: Ícone, 2006.
2-COMTE, A. Curso de Filosofia Positiva. São Paulo: Nova Cultural, 2000.
3-TRVIÑOS, A. N. S. Introdução à Pesquisa em Ciências Sociais. São Paulo: Atlas, 1980.








1-DESCARTES, R. Discurso do método. São Paulo: Ícone, 2006.
2-COMTE, A. Curso de Filosofia Positiva. São Paulo: Nova Cultural, 2000.
3-TRVIÑOS, A. N. S. Introdução à Pesquisa em Ciências Sociais. São Paulo: Atlas, 1980.

Resenhando......... :) :) :) :) :)

Os princípios deduzidos da filosofia, segundo Descartes (2006), tentam estabelecer a precipitação e prevenção, exercitando sempre aos método de que se compõe a lógica baseados em quatro pontos: não aceitar o verdadeiro, sem conhecê-lo total, dividir as dificuldades para melhor resolvê-las, ordenar pensamentos, do simples aos mais complexos, e enumerar o complexo e revisar o geral, segurando-se da omissão. Nessa obra se explica, justifica e classifica uma série geral das ciências.
Na analise da filosofia e hierarquia positiva, Comte (2000), classifica as causas do fracasso da ciência pela incompetência dos filósofos, e pelo caráter prematuro das tentativas, no entanto as circunstâncias foram favoráveis ao positivismo devido os modelos de classificação dos filósofos, e pela distinção do teórico ao prático, bem como pelas relações da ação e especulação. As distinções do abstrato e do concreto enquanto ciência são necessariamente artificiais, devido uma combinação histórica e dogmática, tendo em vista que os princípios hieráquicos da epistemologia do positivismo acontece pela simplicidade e genealidade decrescente e dependência crescente dos fenômenos já estudados.
A filosofia positiva se encontra dividida em cinco ciências fundamentais: a astronomia que influencia todos as outras sem serem influenciadas por estes; a física, a química, a fisiologia e a física social, que são as mais complicadas, pois dependem mais ou menos de todos os procedentes, sem exercer sobre eles influencia alguma.
Já analise de Triviños (1980), o positivismo é uma tendência dentro do idealismo filosófico representando uma das linhas do idealismo subjetivo, que podem ser encontrados no empirismo, já na antiguidade. Fundado por Comte(2000), o positivismo é uma filosofia da história, pela evolução do pensar humano- teológico, metafísico e positivo; é uma classificação das ciências, e uma elaboração de disciplina para estudar os fatos sociais.
Em sua evolução: positivismo clássico, empirísmo de Avenarius (1896) e Mach (1916), neopositivismo que são matrizes do lógico, empírico, filosofia de analises, behaviorismo, neobehaviorismo, e pragmatismo. Facilmente entendido que o positivismo se colocou no extremo oposto da especulação, exaltando sobretudo os fatos, em sua caracterização considera a realidade dos fatos como formação por partes isoladas, a não aceitação de outra realidade que nao seja os fatos, descobrindo as relacoes entre as coisas e a neutralidade da ciencia, bem como a rejeicao as metafisicas, verificacao e demonstracao de verdades.
Nesse contexto, os autores tentam caracterizar o positivismo lógico, como sendo uma filosofia geral de uma ciência. Voltada para uma leitura acadêmica, a filosofia positivista não só influenciou de forma educacional, mas também a vida social, economica, política, e em especial as nações da America Latina.

Universidade de Fortaleza - CE
Aluna: Gilmara Elke Dutra Dias
Curso : Mestrado em Administração de Empresas
Turma: XVI - 1º período
Prof. Dr.Aurio Leocádio

quinta-feira, 18 de março de 2010

Pesquisa em Administração ( COLLIS, 2005) e Convite a Filosofia (CHAUI, 2003)

CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia, São Paulo: Àtica, 2003



COLLIS, J; HUSSEY,R. Pesquisa em administração: Um guia prático para alunos de graduação e pós-graduação. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2005. .



A disciplina " Epistemologia e Metodologia Científica" , nos faz entender e conhecer um rico acervo epistemológico enquanto aplicabilidade de métodos a uma ciência.
Dentre esses, os livros citados acima....

Resenhando.....

Texto 1- COLLIS, J; HUSSEY,R. Pesquisa em Administração: Um guia prático para alunos de graduação e pós-graduação. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2005.

Texto 2- CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia, São Paulo: Àtica, 2003.

As questões conceituais apresentadas por Collis e Hussuey (2005), corroboram na analise fenomenológica e positivista, enquanto modelos de pesquisa; na identificação de métodos chaves; e na possibilidade de um triangular, que podem transpor a esterilidade de abordagem a métodos únicos.
Na analise fenomenológica, uso de métodos qualitativos; e na positivista, uso de métodos quantitativos, são colocados três níveis de paradigmas: os filosóficos, os sociais e o técnico.
Paralelo a essa analise, as suposições principais: ontológica, que estuda as percepções dos atores humanos; as epistemológicas, como estudo do conhecimento; as osteológicas, como valor, atividades e comportamento de pessoas; as retóricas, que tratam a linguagem da pesquisa; e as metodológicas como processo de pesquisa.
Já na identificação de métodos-chave, são apresentados: os dados quantitativos, qualitativos, tamanho da amostra, teorias e hipóteses, tipos de dados, localização, confiabilidade (descoberta da pesquisa), validade (maneira precisa da situação), e generalização (aplicação de resultados para casos além dos examinados).
E por fim, os tipos de metodologias, que no método positivista são: corte transversal, experimentos, longitudinais e suryers; e nos métodos fenomenológico a pesquisa-ação, estudo de caso, etnografia, perspectiva feminista, teoria fundamentada, hermenêutica e inquirição participante.
Na segunda analise, convite a filosofia o contexto linguistico apresenta visões epistemologicas sobre: a ontologia que estuda pessoas e comportamento; Platão e o mundo das essencias e resolução do impasse filosofico, que vê o mundo material e sensivel as imagens e opiniões; a metafísica de Aristóteles pelas diferenças, conceitos , aventuras, cristianismo, ântico e antológico; e por fim a visão da nova antologia, vista como nem realista e nem idealista, que convida o leitor a adentrar em diferentes conceitos epistemologicos de uma ciência filosófica.
Na terceira analise, Aristóteles contextualiza o pragmatismo a um método epistemológico aos argumentos acerca de questões sendo essas o silogismo, como objeto de nossa investigação e o paralogismo, que formam premissas próprias de alguma ciências, como na geometria. Nesse, entende-se que os opostos, como a afimação e a negação, sempre irá existir um verdadeiro e um falso.
Nesse contexto, a pesquisa enquanto ciência na administração é caracterizada por entender a natureza e as questões práticas de algumas teorias, sendo estas indicadas para acadêmicos que foca em especial a elaboração do projeto de pesquisa.
Diante do exposto sobre métodos aplicados a pesquisa científica em administração, estudo da filosofia e a contextualização de Aristótoles, foi possível considerar que os autores convidam o acadêmico a entender conceitos de não fácil compreensão, enquanto métodos de uma ciência, no entanto, quando compreendidos, o uso semântico de palavras irão valorizar o positivo ou negativo de alguma ação.

Universidade de Fortaleza - CE
Aluna: Gilmara Elke Dutra Dias
Curso : Mestrado em Administração de Empresas
Turma: XVI - 1º período
Prof. Dr.Aurio Leocádio

quarta-feira, 10 de março de 2010

Os Filósofos do Capitalismo A genialidade dos homens que construíram o mundo dos negócios



Como diz o nosso Prof. Chico Correia ... Fantástico!!!!

Os Filósofos do Capitalismo - e por que não dizer..... uma excelente leitura!!!

.....A genialidade dos homens que construíram o mundo dos negócios
De autoria da Andrea Gabor, com um ensaio de 432 páginas.

Bem pessoal, hoje não irei resenhar e nem fichar, tah/

Vamos dizer que: uma breve análise, porém não é resumo crítico como falei, como também não informativo, pois não será submetido a nenhum congresso, nem uma sinopse ( tem mais de 100 caracteres), melhor descrever que seja um resumo indicativo ( um convite a leitura, no entanto com mais de 500 caracteres).

Bem, iniciando a indicação ..... A leitura dos Filósofos do capitalistmo explora a vida e obra de homens que eram tanto filósofos quanto praticantes, como por exemplo o Alfred Sloan, Pierre du Pont, Robert McNamara e o menos conhecido Chester Barnard.

Das IES que eles ajudaram a construir, estas personalidades se destacam porque criaram novas formas de empresa ou de alguma outra forma de mudar um todo no que se refere a maneira de como os executivos como grupo pensam e praticam a arte e a disciplina da gestão.

Na verdade, seria..... um breve convite a epistemologia de uma gestão de pessoas, e não de TI. É a história de como a administração dominou, alternadamente, a tecnologia, a força, a persuasão e a inspiração para levar pessoas a atingir os objetivos de uma organização, VAMOS DIZER QUE : AO INEFÁVEL, A RESILIÊNCIA, A POLIVALÊNCIA, E SOBRETUDO A CRIATIVIDADE., atualmente considerada como parte de uma relação de poder empresarial, que segundo as teorias de Cobra seria: a motivação, satisfação e a criatividade.

Nessa análise, os filósofos capitalistas, os avanços na sociologia, a psicologia e e a economia se combinaram e moldaram a prática e a teoria da gestão.

Considerando os retratos deste livro, que pode proporcionar a você, como pode proprocionar para mim.... uma taxonomia da rica herança multidisciplinar da administração.

Entre os capítulos, se incluem:

* Frederick Taylor O Pai da Administração Científica
* Mary Parker Follet A Mãe da Administração Pós-Científica
* Fritz Roethlisberguer e Elton Mayo, Dois Criativos Desajustados Que Inventaram as “Relações Humanas” (E Puseram a Harvard Business School no Mapa)
* Robert McNamara Os “Contadores”
* W. Edwards Deminig, Os Profetas do Movimento pela Qualidade e a Organização que Aprende
* Peter Drucker, O Homem da Grande Idéia

E que linda históriaa, visse/ Tão grande história dos pensadores que moldaram, e e moldam as lindas teorias de uma gestão chamada ADMINSITRATIVA.

Quanto ao Warren Bennis, autor de
Os Gênios da Organização (Campus)

......"Com uma narrativa equilibrada, a autora examina o desenvolvimento pessoal e intelectual dos filósofos capitalistas e demonstra como esses pensadores afetaram as grandes empresas pra o bem e para o mal...

Andrea Gabor tem um bom olho para revelar pormenores que orientavam ou limitaram as idéias dos seus pensadores."

Em Harvard Business Review

Andrea Gabor é escritora de negócios e cobriu questões gerenciais desde a crise de competitividade do início dos anos 80.

E com diz nosso doutor e professor...... Fantásticooooo!!!!!

:) Gil/

terça-feira, 9 de março de 2010

Modelos e inovações em estratégia


Organizadores
Benny Kramer Costa e Martinho Ribeiro de Almeida.

Bem pessoal......como não deu para fazer o resumo crítico ainda, vai esse fichamento que encontrei......rsrs

Lembrando que devemos analisar o 4º cap/

Estudemmmmmmmm estudemmmmmmmmmmmmmmmmmm........... a noite é uma criança......rsrs

E como diz o nosso Prof. Sérgio...... parte do nosso primeiro livro/ ....:)
APRESENTAÇÃO

Este livro reúne em 11 capítulos, um conjunto de estudos da área de estratégia, oriundos de artigos, apresentações e discussões ocorridas ao longo do congresso da Sociedade Latino Americana de Estratégia – SLADE, realizado no Brasil no ano de 2004.

Mais precisamente, reúne assuntos relacionados aos modelos, ao pensamento, as técnicas, a inovação, o conhecimento e a tecnologia, em suas dimensões estratégicas, que foram palco de sugestões, contribuições e atualizações ao longo dos anos de 2005 e 2006.

Cabe ressaltar que cada um dos capítulos contidos nesta publicação, foram preparados por profissionais e pesquisadores da área de estratégia, com experiências de anos em seus respectivos temas.

Para melhor ilustrar, o livro foi sub-dividido em duas partes, contendo os seguintes capítulos:



S U M Á R I O

SOBRE OS AUTORES

PREFÁCIO

APRESENTAÇÃO

PARTE I – MODELOS, TÉCNICAS E FERRAMENTAS ESTRATÉGICAS

1. IMPLEMENTAÇÃO DA ESTRATÉGIA: UM ESTUDO DE CASO DA INTERAÇÃO BSC E PROGRAMAS E FERRAMENTAS DA QUALIDADE
Rafael Guilherme Burstein Goldszmidt, Rogério Augusto Profeta

2. DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA A GESTÃO ESTRATÉGICA
DE NEGÓCIOS: A METODOLOGIA GEN
Carlos Alves de Lima Nascimento, Benny Kramer Costa,
Martinho Isnard Ribeiro de Almeida

3. O PROCESSO DE ADAPTAÇÃO ORGANIZACIONAL: O CASO DA
UNIMED FLORIANÓPOLIS – SC
Carlos Ricardo Rossetto, Julio Cesar da Rocha de Castro

4. UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A TIPOLOGIA NO CAMPO DA ESTRATÉGIA EMPRESARIAL
Sérgio Henrique Arruda Cavalcante Forte

5. MODELOS DE ESTRATÉGIAS DE CONTROLE DE GESTÃO EMPRESARIAL
Joshua Onome Imoniana

6. O GESTOR ESTRATÉGICO DE PESSOAS: UM NOVO PROFISSIONAL
Jean Pierre Marras

PARTE II – ESTUDOS DE CASOS EM ESTRATÉGIA
7. APLICAÇÃO DO MÉTODO SCORECARD DINÂMICO NO PROCESSO DE FORMULAÇÃO
DA ESTRATÉGIA EM EMPRESA DE PEQUENO PORTE
Josué Vitor de Medeiros Júnior, Manoel Veras de Sousa Neto, Miguel Eduardo Moreno Añez

8. INDICADORES DE DESEMPENHO E O SEU ALINHAMENTO AO PLANEJAMENTO
ESTRATÉGICO NO SETOR MOVELEIRO
Rolando Juan Soliz Estrada, Adriana Porto

9. GESTÃO ESTRATÉGICA AMBIENTAL – O CASO DE RECICLAGEM DE ÓLEOS
LUBRIFICANTES E SOLVENTES INDUSTRIAIS
Anete Alberton, Elaine Ferreira, Marisa Pigatto

10. ESTRATÉGIA DE NEGÓCIOS E AÇÃO SOCIAL DE EMPRESAS:
PERSPECTIVAS E INFLUÊNCIAS
Edson Ricardo Barbero, Adalberto Américo Fischmann

11. COMPARTILHAMENTO E COMPETIÇÃO: UM ESTUDO DA INOVAÇÃO E TECNOLOGIA NA ÁREA CERÂMICA
José Hamilton Cipolla, Marly Cavalcanti, Roberta de Castro Souza

quarta-feira, 3 de março de 2010

Karl Popper – Lógica da Pesquisa Científica – Fichamento do cap. 1



A LOGÍCA DA PESQUISA CIENTÍFICA

POPPER, Karl (1935) A Lógica da Pesquisa científica. São Paulo: Cultrix, 1972, Secções 1-3.

O estudo epistemológico da ciência que caracteriza o texto no capítulo primeiro, coloca que as teorias nunca são empiricamente verificáveis, ou seja, teorias enquanto ciência são experimentos. No entanto, se considera um sistema se ele for confirmado pela experiência.
A leitura do texto se caracteriza pelas colocações de alguns problemas fundamentais na lógica da pesquisa cientifica, que segundo Popper (1972), são: O problema da indução (ciências empíricas); Eliminação do psicologismo (reconstrução racional dos processos mentais); Prova dedutivas de teorias ( comparações conclusivas, investigação, comparação e confirmação); O problema da demarcação ( distinção do empírico, matemática, lógica , metafísica , outros); A experiência como método ( ciência empírica como experiência); A falseabilidade como critério de demarcação ( as significâncias julgadas como falseabilidade e ou verdade); O problema da base empírica ( demarcação face aos sistemas teóricos); e a objetividade cientifica e convicção subjetiva ( objetivo – justificável e compreendido, subjetivo- convicção).
O problema da teoria por método cientifico por sua vez, tem característica pelas decisões metodológicas como indispensáveis (semelhança positivista – significados e ou veracidade); Abordagem naturalista da teoria do método ( apelo a autoridade da experiência) ; E as regras metodológicas apresentadas como convenções ( a lógica da pesquisa como ciência ).
O texto é indicado para alunos, professores e pesquisadores, sendo esse um rico conhecimento sobre a epistemologia da pesquisa cientifica, no qual segue uma sequência lógica de forma organizada das teorias da pesquisa enquanto ciência, que tenta agrupar em uma só doutrina a critica do conhecimento, com base na filosofia e historia das ciências. Uma filosofia semiótica ( a língua), e não apenas semântica ( estudo da língua especializada ), que compreende uma sintaxe ( combinação das frases naturais), uma semântica e uma pragmática ( as palavras e sua significância ).
Para melhor compreensão da leitura, considero que seja interessante se ter um conhecimento sobre a epistemologia enquanto ciência, no entanto como diz no texto a ciência empírica ( o conhecimento comum), deve ser verificada , experimentada e analisada ( nesse caso o uso de um dicionário paralelo a leitura acarretará uma melhor compreensão), isso devido ao uso de linguagens especializadas aos métodos a serem utilizados na lógica de uma pesquisa cientifica.
A partir das ideias do texto, podemos tirar conclusões lógicas que são ou que pode ser comparadas com outras conclusões e tirar relações lógicas, que segundo o autor existem quatro maneiras: comparação de conclusões, investigação da lógica da teoria, comparar com outras teorias, confirmação pelas experiências, nas quais já citadas acima. Para compreender o processo de uma teoria enquanto ciência.

Universidade de Fortaleza - CE
Aluna: Gilmara Elke Dutra Dias
Curso : Mestrado em Administração de Empresas
Turma: XVI - 1º período
Prof. Dr. Aurio Lucio Leocadio

Casa-Grande & Senzala - Um clássico



Casa-Grande & Senzala....

Foi um livro escrito pelo autor brasileiro Gilberto Freyre, e publicado em 1 de dezembro de 1933.

Através dele, Freyre destaca a importância da Casa Grande na formação sociocultural brasileira bem como a da senzala que complementaria a primeira.

Na opinião de Freyre, a própria estrutura arquitetônica da Casa-Grande expressaria o modo de organização social e política que se instaurou no Brasil, qual seja o do patriarcalismo.

Isto posto que tal estrutura seria capaz de incorporar os vários elementos que comporiam a propriedade funciária do Brasil colônia. Do mesmo modo, o patriarca da terra era tido como o dono de tudo que nela se encontrasse como escravos, parentes, filhos, esposa, etc.

Este domínio se estabelece de maneira a incorporar tais elementos e não de excluí-los. Tal padrão se expressa na Casa-Grande que é capaz de abrigar desde escravos até os filhos do patriarca e suas respectivas famílias.

Neste livro o autor tenta também desmistificar a noção de determinação racial na formação de um povo no que dá maior importância àqueles culturais e ambientais.

Com isso refuta a idéia de que no Brasil se teria uma raça inferior dada a miscigenação que aqui se estabeleceu. Antes, aponta para os elementos positivos que perpassam a formação cultural brasileira composta por tal miscigenação (notadamente entre portugueses, índios e negros).

Comentários acerca da obra

Entre 1933 e 1942, três grandes livros publicados alimentaram, no dizer de Antônio Cândido, a imaginação dos jovens brasileiros e os estimularam a refletir sobre seu país: Casa-Grande & Senzala (1933), de Gilberto Freyre; Raízes do Brasil (1936) de Sérgio Buarque de Holanda e Formação do Brasil Contemporâneo (1942) de Caio Prado Júnior.

Sobre a "composição libérrima" de Casa-Grande & Senzala, atribuindo ao escravo uma importância ímpar e decisiva na formação do ser mais íntimo brasileiro, e a abordagem da vida sexual de forma tão franca, disse, ainda, que os pósteros não fazem idéia de sua força revolucionária e seu impacto libertário.
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Entretanto, na opinião de outros sociólogos contemporâneos, alguns deles ligados à esquerda do movimento negro e de uma linha mais marxista e menos culturalista, o ideal da miscigenação adquiriria uma nova roupagem na obra “Casa Grande e Senzala”, passando a ser vista como mecanismo de um processo, o qual teria como fim a democracia racial (expressão da qual Gilberto Freyre nunca fez uso).

Segundo Clóvis Moura , "Gilberto Freyre caracterizou a escravidão no Brasil como composta de senhores bons e escravos submissos". O mito do bom senhor de Freyre seria uma tentativa no sentido de interpretar as contradições do escravismo como simples episódio sem importância, e que não teria o poder de desfazer a harmonia entre exploradores e explorados durante aquele período.

Relata Martiniano J. Silva que a miscigenação é um velhíssimo processo de enriquecimento racial e cultural dos povos, capaz de gerar civilizações, e que ocorre de forma livre e democrática.

Afirma que historicamente a miscigenação de raças no Brasil “nunca foi tratada e nunca existiu como um processo livre, espontâneo, e, portanto, natural, de união entre dois povos.” Ao contrário, como reafirma Silva, a dignidade da mulher negra teria sido violentada, atingindo sua honra no âmbito moral e sexual, através de uniões mantidas a força, sob a égide do medo, da insegurança, onde as crianças eram concebidas legalmente sem pai, permanecendo no status de escrava, não havendo assim nenhum enriquecimento racial e cultural de civilização alguma.

Conclui dizendo que é preciso que não se confunda a descaracterização de um povo pela violência sexual com a hipótese de uma democracia racial.


O próprio Freyre, na obra em apreço, corrobora essa violência, embora um tanto acanhadamente:"Nenhuma casa-grande do tempo da escravidão quis para si a glória de conservar filhos maricas ou donzelões.

O folclore da nossa antiga zona de engenhos de cana e de fazendas de café, quando se refere a rapaz donzelo, é sempre em tom de debique:para levar o maricas ao ridículo. O que sempre se apreciou foi o menino que cedo estivesse metido com raparigas. Raparigueiro, como ainda hoje se diz. Femeeiro. Deflorador de mocinhas. E que não tardasse a emprenhar negras, aumentando o rebanho e o capital paternos.

Se esse foi sempre o ponto de vista da casa-grande, como responsabilizar-se a negra da senzala pela depravação precoce do menino nos tempos patriarcais? O que a negra da senzala fez foi facilitar a depravação com a sua docilidade de escrava;abrindo as pernas ao primeiro desejo do sinhô-moço.

Desejo, não:ordem". Ou seja, o autor, de forma mais objetiva, não profliga a promiscuidade reinante no período escravocrata. Mais incisivo é Sergius Gonzaga:"Filhos, quase todos, de senhores de engenho, tinham à disposição o corpo das escravas-tidas como coisas, e assim obrigadas a aceitar o furor sexual dos grandes proprietários e seus descendentes. Algumas delas requintavam a sensualidade, buscando fugir à brutalidade do trabalho servil pelo reconhecimento de um senhor mais generoso".

- Que coisa, visse/

....É o nosso BRASIL pessoal/

Safári de Estratégia - Mintzberg



A obra mencionada, de Mintzberg, Ahlstrand e Lmpel, dos quais o mais conhecido é Mintzberg, responsável por importantes textos sobre administração, como o próprio nome sugere faz uma verdadeira varredura por todas as escolas de pensamento estratégico, destacando as principais abordagens e identificando inúmeras outras ferramentas além do próprio Planejamento Estratégico ( PE ).

Além dos conceitos do PE, como visão, missão, forças e fraquezas internas, ameaças e oportunidades externas, objetivos, planos e projetos, o livro aborda temas como hierarquia das estratégias – corporativa, genéricas, de negócios, de marketing e funcionais – posicionamento estratégico (conceito habitualmente empregado no marketing, mas que deve ser remetido para a estratégia de negócios da empresa), estratégia competitiva (modelo de Porter das forças que interagem na concorrência entre empresas) e muito mais nesta incomparável obra.

Os leitores desta obra com certeza se motivarão ao aprofundamento de seus conhecimentos sobre o tema e serão remetidos para livros e textos de autores como Porter, Ries e Trout, Aaker, Day, Ansoff e McDonnelll, Collins e Porras, Hamel e Prahalad entre outros.

Editora Bookman, 304 páginas e custo aproximado de R$ 80,00.

Boa leitura a todos,

Gil :)

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Idas e Vindas do Amor (Valentine's Day)



Muito divertido........ :) :) :) :)

Uma comédia romântica com um ótimo elenco e trilha sonora, e com certeza uma big história.....

O filme Idas e Vindas do Amor (em inglês, Valentine’s Day) com direção de Garry Marshall . E....

já tem trailer.



São dez diferentes histórias de pessoas que comemoram o Dia dos Namorados em uma interseção em Los Angeles.

Que segue histórias entrelaçadas de um grupo de moradores enquanto encontram o caminho para o amor, durante as comemorações do Dia dos Namorados.

Faz tempo que eu não vejo um filme com tanta gente conhecida! E só gente bonita. Julia Roberts..... LINDA LINDA....

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Perfil.Com ...... Um filme assustador :()



Outra dica de filme para o restinho de feriado...

Perfil.com.......

Muito ... muito... bom..... Um filme de suspense muito louco!!!!!

Essa dica vai em especial para quem adora ficar na net conversando com pessoas que não sabe quem são, ou mesmo de onde vinheram..... isso é meio louco, visse?

Antes de fazerem isso, assistam o filme... :() :() :() :()

Sinopse:
Jean Harper é uma mulher ignorada pelo marido em busca de diversão.
Numa de suas buscas pela internet, acaba acessando um site de relacionamento e lá, troca confidencias e recados que se tornam cada vez mais intensos e apimentados com um homem que desperta seu interessante.
No dia do encontro real, Jean é surpreendida por um assassinato e o que parecia uma fantasia torna-se um verdadeiro pesadelo....

Agora..... só assistindo para saber o resto.... rsrsrs :)

O Filme: AVATAR...Gênero: Ação, Aventura, Ficção Científica, Thriller.



LINDOOOOOO ....... LINDOOOOOO...... LINDOOOOOOOO.......

O FILME AVATAR.........

De ficção científica escrito e dirigido por James Cameron, estrelando Sam Worthington, Zoë Saldaña, Michelle Rodriguez, Sigourney Weaver e Stephen Lang.

O filme foi produzido por Lightstorm Entertainment e distribuído pela 20th Century Fox. A première em Londres foi no dia 10 de dezembro de 2009, o lançamento em Portugal foi no dia 17 e no Brasil no dia 18 de dezembro de 2009.[2]

Concentra-se num conflito épico em Pandora, uma das luas de Polifemo, um dos três gigantes gasosos fictícios orbitando Alpha Centauri. Em Pandora, os colonizadores humanos e os nativos humanoides, os Na'vi, entram em guerra pelos recursos do planeta e a continuação da existência da espécie nativa.

O título do filme refere-se aos corpos humano-Na'vo geneticamente modificados e remotamente controlados usados pelos personagens humanos do filme para interagir com os nativos.

James Cameron trabalhou no desenvolvimento de Avatar desde 1994, tendo escrito um roteiro de 114 páginas,sendo esse seu primeiro filme após Titanic.

As filmagens deveriam ter iniciado logo após Titanic e o filme deveria ter sido lançado em 1999.Em 2006, Cameron desenvolveu a língua e a cultura de Pandora.

Foi lançado em formatos 2D tradicional e 3D. mto legal.....


A crítica diz que Avatar é uma inovação em termos de tecnologia cinematográfica devido ao seu desenvolvimento com visualização 3D e gravação com câmeras que foram feitas especialmente para a produção do filme.

O orçamento oficial do filme foi de 237 milhões de dólares e o faturamento mundial no seu fim-de-semana de estreia foi de 232 180 000 de dólares, o sétimo maior da história do cinema e o maior para um filme original, que não é adaptação ou sequência.

Em menos de um mês Avatar superou um bilhão de dólares de faturamento (o quinto filme a alcançar essa cifra), e é atualmente o filme com maior bilheteria da história.Depois desse faturamento, James Cameron confirmou que seria lançada uma sequência do filme, e, possivelmente, um terceiro filme.....

O QUE PODEMOS APRENDER NO AVATAR?????????

Esta análise poderá nos render inúmeras “aulas” sobre técnicas de negociação. James Cameron não se acomodou em ter sido o bom do Titanic, mas partiu para ser o ótimo em Avatar. Isto chama-se superação, ou ainda a busca da “melhoria contínua”.

Dica novamente de filme....... assistam....... assistam....... mto lindooooo!!!!!!

sábado, 13 de fevereiro de 2010

O que é Canaval?????????



.....Todo mundo pensa que o Carnaval é uma festa típica do Brasil.
Mas toda essa farra existe desde a Antiguidade e vem de muito longe.

O Carnaval originário tem início nos cultos agrários da Grécia, de 605 a
527 a.C. Com o surgimento da agricultura, os homens passaram a
comemorar a fertilidade e produtividade do solo.

O Carnaval Pagão começa quando Pisistráto oficializa o culto a Dioniso na
Grécia, no século VII a.C. e, termina, quando a Igreja Católica adota a
festa em 590 d.C.

O primeiro foco de concentração
carnavalesca se localizava no Egito. A festa era nada mais que dança e
cantoria em volta de fogueiras.
Os foliões usavam máscaras e disfarces simbolizando a inexistência de classes sociais.

Depois, a tradição se espalhou por Grécia e Roma, entre o século VII a.C. e VI
d.C. A separação da sociedade em classes fazia com que houvesse a
necessidade de válvulas de escape.
É nessa época que sexo e bebidas se fazem presentes na festa.
Em seguida, o Carnaval chega em Veneza para, então, se espalhar pelo mundo.
Diz-se que foi lá que a festa tomou as características atuais: máscaras, fantasias, carros alegóricos, desfiles...

O Carnaval Cristão passa a existir quando a Igreja Católica oficializa a festa, em 590 d.C. Antes, a instituição condenava a festa por seu caráter “pecaminoso”.
No entanto, as autoridades eclesiásticas da época se viram num beco sem
saída.

Não era mais possível proibir o Carnaval. Foi então que houve a
imposição de cerimônias oficiais sérias para conter a libertinagem. Mas
esse tipo de festa batia de frente com a principal característica do
Carnaval: o riso, a brincadeira...

É só em 1545, no Concílio de Trento, que o Carnaval é reconhecido como uma manifestação popular de rua.

Em 1582, o Papa Gregório XIII transforma o Calendário Juliano em Gregoriano e estabelece as datas do Carnaval. O motivo da mobilidade da data é não coincidir com a Páscoa Católica, que não pode ter data fixa para não coincidir com a Páscoa dos judeus.

O cálculo é um pouco complexo. Determina-se o equinócio da primavera, que
ocorre entra os dias 21 e 22 de março no hemisfério norte. Observando a
lua nova que antecede o equinócio, o primeiro domingo após o 14º dia de
lua nova é o domingo de Páscoa. Como o primeiro dia da lua nova, antes
de 21 de março, é entre 08 de março e 05 de abril, a Páscoa só pode ser
entre 22 de março e 25 de abril. O domingo de carnaval é sempre no 7º
domingo que antecede ao domingo de Páscoa.

O Carnaval brasileiro surge em 1723, com a chegada de portugueses das Ilhas da Madeira, Açores e Cabo Verde.

A principal diversão dos foliões era jogar água nos outros. O primeiro registro de baile é de 1840.

Em 1855 surgiram os primeiros grandes clubes carnavalescos, precursores
das atuais escolas de samba. No início século XX, já havia diversos
cordões e blocos, que desfilavam pela cidade durante o Carnaval. A
primeira escola de samba foi fundada em 1928 no bairro do Estácio e se
chamava Deixa Falar.

A partir de então, outras foram surgindo até chegarmos à grande festa que vemos hoje.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Perfeito..... Faces da Verdade!!!!!



Acabei de assistir..... simplesmente, perfeito!!!!!!

Faces da Verdade é um filme...... em que uma jovem jornalista política que trabalha em um dos maiores jornais da capital dos EUA. A sorte bate na sua porta quando obtém informações seguras sobre um escândalo sem precedentes que irá abalar toda a estrutura do atual governo.

O governo, decidido a descobrir de onde a informação vazou, obriga Rachel a revelar sua fonte. Ao se recusar a dar a informação e trair seus princípios, ela enfrentará um duro julgamento comandado pelo procurador Patton (Matt Dillon) e a possibilidade de ser presa, deixando sua família para manter a sua integridade jornalística. Inspirado em fatos políticos atuais........

Bom para trabalhar: Profissionalismo, ética, postura, atitude....

No mais...... não posso contar, visse?

Boa dica para assistir não sozinho (a), mas com os amigosss.... fica bem mais interessante!!!

O melhor foi pq consegui descobrir o mistério do filme/ Amei essa parte.....:)


INFORMAÇÕES DO FILME:
Título Original: Nothing But The Truth
Título Traduzido: Faces da Verdade
Tamanho: 352 MB
Formato: DVDRip Rmvb
Gênero: Drama, Thriller
Ano de Lançamento: 2009

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Marketing: O Poder dos Sentidos



Marketing
O Poder dos sentidos


Uma pessoa comum está exposta a 3 mil anúncios por dia. A construção de uma marca depende muito das experiências associadas a ela.
Construir uma marca poderosa é um desafio que pode proporcionar bons dividendos; contudo, apenas as marcas que conseguem entregar uma experiência memorável em cada um de seus pontos-de-venda mantêm realmente vivo o negócio.

No hipercompetitivo e saturado mercado de publicidade, as marcas vivem ou morrem em cada contato com os clientes. No ritmo de vida atual, uma pessoa comum vê mais de 3 mil anúncios publicitários por dia; nesse verdadeiro emaranhado, somente as experiências reais que envolvem mais de um sentido se destacam.

De fato, uma pesquisa do departamento de ciências do comportamento e estudos cognitivos da University of California indica que “as pessoas se lembram de mais ou menos 20% do que ouvem.

Se ouvem e veem, o nível de recordação aumenta para 80%”. Brian McKinley, vicepresidente de marketing da DMX, organização líder em marketing sensorial, considera que os momentos da verdade que ocorrem em cada ponto-de-venda são oportunidades e que nelas as marcas crescem ou fenecem de acordo com a experiência que oferecem aos clientes.

Segundo ele, sua empresa trabalha especificamente na “criação de experiências de marca nos pontos-de-venda”. O executivo explica que as imagens, os sons e os odores estimulam não apenas os sentidos, como também fortes recordações, elementos-chave na construção de uma “personalidade” para cada marca. “Do aroma de massa fresca da Joe’s Pizza, em Nova York, à música de Abercrombie & Fitch, tudo indica que usar os sentidos para definir o espaço de um negócio deixou de ser desejável para se tornar imprescindível”, salienta McKinley.

Marketing é a experiênciaSe,

......como afirmou Peter Drucker, “pai” do management, a missão do marketing é conseguir fazer com que o departamento de vendas seja quase dispensável, cabe pensar que hoje o desenvolvimento de experiências poderia transformar o marketing em um componente praticamente secundário.
Atualmente, na verdade, o marketing “é” a experiência.Empresas como a Starbucks compreenderam a tal ponto esse princípio que optam por um investimento quase nulo em propaganda, preferindo construir marcas poderosas investindo em desenvolvimento de serviços e ambiente –em resumo, da experiência– que as tornem únicas.


Até mesmo a Nike, que continua promovendo seus produtos em todas as lojas do mundo, parece inclinar-se para o desenvolvimento de iniciativas que realmente coloquem em prática seu conhecido slogan “Just do it”, por meio da criação de experiências associadas à marca. Um bom exemplo foi a campanha “Joga bonito”, de 2006. Nesse ano, a Adidas era o patrocinador oficial da Copa do Mundo de
Futebol, mas a Nike decidiu reagir ao marketing tradicional com um enfoque inovador. Reuniu milhões de jogadores amadores de todo o mundo em uma plataforma no estilo YouTube, na qual os participantes podiam mostrar suas habilidades futebolísticas apresentando seus vídeos.

Em seguida, a Nike os convidava a escolher os mais hábeis, classificando-os. A campanha se revelou um sucesso total, tanto pelo índice de participação como pelo crescimento das vendas.
Alguns especialistas em marketing vão muito além: aconselham reduzir em 20% o orçamento de relações públicas e publicidade e destinar esses recursos à criação de experiências. “Os executivos modernos entendem que a aristocracia das marcas é frágil”, acrescenta McKinley. “A meritocracia da qualidade e do serviço, ao contrário, é duradoura. No longo prazo, a chave do sucesso é oferecer uma experiência inesquecível após a outra.” Em outras palavras, poderíamos dizer que as empresas tradicionais se dedicam a vender produtos, enquanto os futuros gigantes promovem experiências.

Na era da acessibilidade total, em que as pessoas estão permanentemente conectadas pela internet, mensagens instantâneas, telefones móveis e blogs, o poder do boca-a-boca se multiplica em ritmo exponencial. Hoje as opiniões se propagam pela mídia em rede a uma velocidade vertiginosa. Se antes as estatísticas indicavam que um cliente insatisfeito compartilhava sua experiência no mínimo com outros cinco, atualmente é difícil prever a repercussão que poderia ter uma experiência negativa. Os seres humanos são animais sociais por natureza e o mundo virtual não tem feito mais que proporcionar um cenário infinitamente maior para expandir as oportunidades de compartilhar todo tipo de opiniões.

Música vende

O estilo de vida das novas gerações está desenvolvendo um mercado com tal mobilidade que, sem exagero algum, poderia ser chamado de volátil. Conseguir fidelidade de qualquer cliente, mas especialmente dos jovens, exige que se coloque em prática uma série de técnicas muito mais dinâmicas e inteligentes que as da década passada. Pelo poder aquisitivo e hábitos de compra, o segmento de consumidores de 18 a 30 anos é um dos mais cobiçados por quase todas
as empresas. Os gerentes de marketing mais ousados tentaram algumas táticas pouco ortodoxas para atraí-los, mas aqueles que realmente tiveram sucesso comprovaram que o caminho mais curto para atingir esse segmento é a música.


Na verdade, a música demonstrou ser uma ferramenta poderosa para dar vida a uma marca. “A música afeta o humor e o humor afeta o comportamento”, explica McKinley. “Por isso, uma seleção musical apropriada pode contribuir para promover maior rotatividade dos clientes ou criar um ambiente relaxante no qual eles queiram permanecer.”


Uma pesquisa realizada por uma cadeia de lojas de varejo demonstrou que a música exerce grande impacto tanto na conduta dos consumidores como na dos funcionários. De acordo com esse estudo, a música aumentou em 40% as vendas de algumas lojas e gerou um ambiente de trabalho positivo e inspirador para 90% dos entrevistados. Por outro lado, um estudo da University of Leicester, do Reino Unido, revelou que as marcas que utilizam a música como um componente de sua identidade têm uma oportunidade 96% maior de serem lembradas do que aquelas que não fazem uso da música ou que a consideram de pouca relevância.


“A música é um ingrediente essencial na hora de oferecer uma experiência de marca consistente e atraente”, afirma McKinley. “O que os clientes vêem, escutam e cheiram afeta não apenas sua maneira de agir, como também suas emoções, sua memória e sua conexão com a marca ao longo do tempo.” Para o executivo da DMX, líder em branding sensorial, o sucesso da empresa é o resultado de mais de 35 anos de análises do comportamento dos consumidores. “O trabalho com marcas como Nike ou Abercrombie & Fitch nos permitiu compreender que a música poderia se tornar uma chancela de diferenciação sem igual, uma característica original no padrão de cada empresa. E agora, para estimular mais de um sentido simultaneamente, também utilizamos imagens e fragrâncias”, conclui.

Fonte: HSM Management 71

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Atitude positiva, o motor das transformações empresariais



Recursos Humanos
Atitude positiva, o motor das transformações empresariais

Não é necessário esquecer os problemas, basta encará-los e encontrar os seus pontos fortes para crescer pessoalmente e profissionalmente.

Leia mais!
Por que parar de analisar os problemas pode transformar uma empresa?
Apoiar-se nas potencialidades e nos pontos fortes, sonhar, imaginar e construir novas formas de trabalhar e organizar-se constitui uma maneira diferente e eficaz para qualquer mudança duradoura.

Até agora, o modelo tradicional com que se abordam essas transformações está baseado na lógica aristotélica, o que significa concentrar-se nos problemas para logo encontrar as causas e soluções.

A experiência indica que essa filosofia aplicada em um processo de transformação profundo pode ser, por um lado, lento e por outro, intrusivo.
Lento porque não são colocadas em prática ações dirigidas a impulsionar a mudança até se ter finalizado uma profunda análise inicial.
E intrusiva, pois como as diversas áreas que sofrerão mudanças são sinalizadas, isso acaba por interferir diretamente na vida das pessoas de forma negativa.

Nesse contexto, é saudável refletir sobre uma série de elementos que podem compor uma maneira diferente de abordar as transformações de negócios.

Podemos citar, por exemplo.....

.....chamar a atenção para o que funciona e não apenas para os problemas, além de motivar a participação do grupo sendo as pessoas o centro das atenções.

Os pilares para sustentar tal esquema são a orientação positiva - que atua sobre nossa percepção de realidade - a influência no futuro presente - já que a visão em longo prazo interfere em nossa maneira de atuar no curto prazo - e na orientação de soluções, e não tanto na análise.

A atitude positiva é o motor das transformações empresariais. É a base para obter a energia necessária para conseguir que as pessoas “rompam” as espirais de problemas e mudem a mentalidade para encontrar seus pontos fortes sobre os quais devem se apoiar.

Então vocês devem estar se perguntando se devemos esquecer os problemas.

E a resposta que eu dou é: claro que não.......

Devemos enfrentá-los, mas apenas quando temos os elementos necessários para que eles não abrandem o nosso progresso. E a visão de alimentar o futuro com base nos pontos fortes e por meio das pessoas da organização.



HSM Online

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

A Coragem de Confiar ( AUTOAJUDA)



Mais um que ganhei de presente..... e que presente, visse?

- Posso dizer que esse livro veio no momento certo.... É normal o medo como uma emoção natural e fundamental para o ser humano, experimentada diante de um estímulo concreto de ameaça, - mas ameaça???? Sim.... e são várias as que passamos no decorrer de nossas vidas, visse? por ex: de perder um grande amor,ou mesmo de viver um novo grande amor...rsrsrs; de perder o apoio da familia, um filho ou filhos, amigos, da própria vida....( sim, isso mesmo! medo de viver.... tem muita gente que sente medo de viver), e muitos outros tipos de medo, onde cada pessoa tem o seu.

BEM.... O QUE POSSO DIZER MAIS!!!!

...... Que a insegurança nunca levou ninguém ao topo, certo?

Ao contrário, ela sempre puxa o tapete de quem quer progredir, entendeu????

Portanto, não deixe que ela domine os seus ou os nossos pensamentos.....

...... Vamos, então seguir os nossos objetivos com o " CORAÇÃO ABERTO" ( eita, como é difícil, visse? ufaaaaa....), mas continuando...... para o seu ou nossos propósitos nesta vida!

Mas, oxi...... claro que isso vai dar certo/!??

No entanto, " Eu " precisava entender melhor que o tipo de medo não é uma emoção que mostra que temos de nos proteger, mas, sim, um estado permanente de insegurança. É o que chamamos de falso medo.

Vejam o que pesquisei sobre o que o Roberto, onde se ver o medo autêntico e outro falso?

O psiquiatra canadense Eric Berne afirma que as emoções se dividem em duas categorias:

1- autênticas
2- falsas

O medo é autêntico quando ele aparece, nos avisa de um perigo à vista e sai da frente.

Já o medo é falso quando aumenta e permanece conosco por muito tempo.

Vou dar um exemplo:

.... você pode sentir medo da demissão numa situação de corte em massa na empresa em que trabalha. Mas, a partir desse medo, você pode fazer uma análise da qualidade do seu trabalho, melhorar sua produtividade e confiar que a empresa valorizará um profissional competente e comprometido como você.

Nesse caso, você sentiu medo, cuidou do aviso e o medo desapareceu. Ou seja, esse é um medo autêntico, situacional e temporário. No entanto, vamos imaginar que você entra em pânico e passa a trabalhar todos os dias preocupado, ficando com insônia por causa do medo de perder o emprego. Depois de algum tempo, você acabará demitido porque seu desempenho ficou fraco. Ou seja, o medo falso prejudicou seu trabalho.

O medo autêntico é saudável.......

..... Se você nunca sente medo, alguma coisa está errada com seus sentimentos, ok?????

Mas o medo falso é uma algema em sua alma, que atrapalha sua vida.


Uma história cada dia mais comum

Naquele dia, assim como nos anteriores, ele acordou atrasado e com a sensação de que tinha dormido pouco. O calmante, novamente, não havia funcionado como ele queria. A noite havia sido longa, e as preocupações ficaram se repetindo em sua mente, como num CD riscado que fica tocando sempre o mesmo trecho da canção. Ele somente conseguiu adormecer no meio da madrugada.

As dúvidas ainda rondavam sua mente e enchiam sua cabeça de sombras, como se fossem um grupo de bailarinos sufis dançando sempre no mesmo ritmo. Lentamente, caminhou até o banheiro, carregando na boca o gosto azedo da bebida que tomara na véspera para tentar relaxar. Lavou o rosto com água fria, procurando despertar. Olhou no espelho e não gostou do que viu - não acreditou que aquela imagem era o reflexo de seu rosto.

Pensou no que a irmã vivia repetindo: seu gosto pela bebida estava se transformando em alcoolismo. Criticou o negativismo dela, mas, enquanto escovava os dentes, deu-se conta de que suas olheiras estavam cada vez mais escuras e profundas. Percebeu que já tinha no rosto a expressão de um cansaço permanente.

Barbeou-se, sem perceber os tufos de pelo que deixava no rosto por conta da pressa e das preocupações com as coisas que teria de fazer durante o dia. Vestiu-se o mais rápido que conseguiu, sem se preocupar muito com o asseio pessoal. Tomou o remédio para pressão com o café, que engoliu rapidamente. Por sorte, o café já estava frio.

Saiu para viver mais um dia, alimentando a ilusão de que, se fechasse aquele contrato, sua vida mudaria totalmente. Depois daquele negócio, a tranquilidade seria sua marca registrada. Não percebia que o novo contrato só traria mais preocupações e insônia.

Vitória ou derrota, sucesso ou fracasso, não importava. Era somente o início de uma nova fase de angústia. Se tudo dava errado, sua mente angustiava-se com a derrota. Se tudo dava certo, sua alma ficava preocupada se iria entregar o que havia sido prometido.


A preocupação não pode ser uma companhia de todos os dias

As pessoas não estão percebendo que seu estilo de vida cria sempre novas preocupações, não importando se aconteceu uma vitória ou uma derrota.

Na mesma prova, um jovem nadador foi campeão enquanto outro chegou em segundo lugar. Ótimo para o primeiro e azar do segundo. Um sofrerá e o outro celebrará naquela noite. Mas essa diferença de atitude provavelmente vai durar só até o próximo final de semana.

Depois começam de novo as preocupações de ambos: "Será que vou conseguir melhorar meu resultado? E, se perder, o que será que vai acontecer com minha carreira? Será que vou conseguir renovar meu contrato? Será que está valendo a pena tanto sacrifício para conseguir esses resultados?"

Lógico que, na maioria das vezes, é melhor ganhar que perder, mas não é possível viver tão preocupado com a vitória como muitas pessoas vivem hoje em dia.

Vivo no mundo dos livros e, portanto, tenho muitos amigos escritores. A maioria se martiriza porque nunca esteve na lista dos livros mais vendidos. Outros se torturam porque estiveram na lista um dia e não estão mais, e outros porque ficaram lá poucas semanas. Na verdade, poucos escrevem seus livros com a confiança de que tocarão o coração de seus leitores.

As pessoas que estão sozinhas vivem preocupadas porque estão sozinhas, da mesma maneira que a maioria que tem um companheiro vive angustiada com os problemas do relacionamento. Poucas vivem seu momento afetivo com a certeza de que estão vivendo o amor e aprendendo a amar.

Se deixar o medo ocupar seu coração, você nunca conseguirá celebrar de verdade uma vitória, porque no momento seguinte ao do bom resultado a insegurança lançará dúvidas em sua mente.

A palavra "medo" em inglês é fear, e algumas pessoas dizem que esse termo reúne as iniciais da expressão False Evidence Appearing Real. Ou seja, "Falsa evidência com aparência real". A pessoa coloca na cabeça que algo vai dar errado e aí começa a procurar provas de que vai fracassar. E, à medida que dá energia e crédito a isso, a coisa se agiganta a ponto de parecer real.

Muitas vezes, uma simples frase com aparência de raciocínio lógico esconde a insegurança da pessoa. O empresário que sente medo de ter um gerente competente ao seu lado diz: "Não temos dinheiro para contratá-lo".

O rapaz que não se sente capaz de conquistar uma garota pode dizer: "Não estou a fim dela".

Uma mulher que tem medo de sofrer em seus relacionamentos pode dizer: "Prefiro ficar sozinha, pois os homens não aceitam uma mulher de sucesso".

Na verdade, camuflar a própria insegurança é a pior maneira de deixar o medo decidir a sua vida. É fundamental perceber que esses medos existem apenas em sua mente.

Um colaborador competente fará a sua empresa deslanchar; uma namorada sensacional dará a você a oportunidade de se realizar como homem; e existem milhões de homens dispostos a um compromisso afetivo com uma mulher de sucesso.

Quando você reconhece a fragilidade de seu medo imaginário, ele desaparece, assim como a escuridão desaparece quando se acende uma luz, ou como a angústia desaparece quando a pessoa faz uma oração.

Não deixe que suas inseguranças destruam sua vida. A angústia não pode impedir que seus sonhos floresçam. Sua inquietação não pode travar o avanço de seus projetos.

A sensação de solidão não pode ser uma barreira para fazê-lo deixar de enxergar quantas pessoas maravilhosas querem compartilhar a vida com você.

O medo não pode cortar a conexão com sua alma. Quando a alma não é ouvida, você fica doente. A preocupação, a angústia e a depressão acontecem quando você não respeita sua alma.........isso não devemos fazer, visse?

Não é fácil colocar em prática todas essas teorias, mas temos que lutar todos os dias para assim vencer esse medo chamado falso...